
Inspirado em Ermance Dufaux e Marina Colassant
Fala-se tanto em enganos (ou mesmo desenganos). Acusamos tanto por sermos iludidos muito frequentemente- as ilusões são como percepções que nos diastanciam da verdade e parece estar relacionada à muitas áreas de nossa vida. A auto ilusão é a pior de todas as ilusões.
Nossas limitações em perceber a origem dos nossos sentimentos, que parecem criar ou mesmo determinar nossos raciocínios, ainda são grandes. Na origem das (auto)ilusões encontramos desejos, culpas, traumas emocionais, frustrações, carências e uma quantidade ainda maior de disposições e tendências íntimas que moldam e/ou gerem nossas emoções aflitivas. Eu já escrevi aqui o quanto é importante reconhecer em nós tais sentimentos negativos, para que, com o estudos deles, saibamos como eles se processam e, principalmente, como extirpá-los de nossos corações. Assim, incorreremos cada vez menos no erro da auto-ilusão.
O iludido nega-se a sentir o mundo, como se mantivesse um mecanismo inconsciente (e emocional) de defesa. Quanto menos atendemos para o reconhecimento de nós mesmos (inclusive de nossas dificuldades e aflições emotivas), mais dificuldades teremos em lidar com nossas emoções. Com isso, o tal mecanismo de defesa se mantém cada vez mais fixo em nosso íntimo. Ou seja, se não buscarmos a libertação de nossas máscaras (sim, pois o auto-iludido esconde-se atrás de uma imagem que criou de si mesmo, para demonstrar algum valor que, embora queira muito, está longe de experimentar), nunca caminharemos para o estabelecimento cada vez mais forte e intocável de nossa auto-estima.
Cada um de nós parece carregar um sentimento de inferioridade. Em uns, ele é maior. Noutros se processam de uma forma. Outros o manifestam de duas ou mais formas. O campo emocional humano é muito vasto. E nossa consciência sempre alerta o que nos é bom ou não em nosso íntimo. Fragilizados que somos (cada um a seu grau, como já disse), criamos muitas vezes um "eu ideal", para amenizar a angústia que sentimos por sermos o que somos- ou termos (um traço de nosso perfil) algo que temos- mas não queríamos ser- ou ter. Criamos esconderijos emocionais. Isso se dá mesmo nas situações mais corriqueiros da vida (quem nunca adicionou uma mentirinha num currículo, por exemplo, ou contou uma vantagenzinha para um colega de profissão?).>
A auto-iludido quer acreditar que é algo que queria ser para, no dizer de Marina Colassant, não ralar na aspereza de se confrontar consigo mesmo. É aquilo o que queremos que os outros creiam em nós. Ermance Dufaux traça alguns paralelos conexos e diz que o auto-iludido pode carregar algumas ilusões íntimas. Quando ambicioso, atinge o excesso de seus usos. Quando vaidoso, atinge o escesso de supervalorização, cultivando e pensando ter valores que não verdade são efêmeros. Quando cruel, torna-se um criminoso. Quando astuto, vive a tentar levar vantangem, intrangisentemente. Quando presunçoso, torna-se um arrogante pensando que os outros têm a obrigação de aceitá-lo assim, pois "é seu jeito de ser" e todos lhe devem respeito por isso. Quando culto, ou conhecedor de conceitos de espiritualidade, pode tornar-se um ostensivo.
Espíritas sofrem muito dessa última ilusão. Um resquício do velho hábito religioso de criar estampas pelas quais são reconhecidos os seguidores de seja qual for doutrina... Quantos são os espíritas que agem como se fossem salvadores do mundo, acreditando terem as respostas para todos os problemas da humanidade- embora encontremos pessoas de outras denominações, mesmo científicas, que se comportam semelhantemente; se falo dos espíritas é porque estou no meio deles e são os que mais conheço- sou um, inclusive, para os que ainda não sabiam!

Por quê, além de refletir, às vezes também filosofar.
A reflexão feita em nossa vida, considerando seus aspectos, tanto os de fora quanto os de dentro, se sincera, pode nos auxiliar a olhar com melhor clareza, profundidade e abrangência as características das ações que devemos tomar. O exercício de refletir tem, sem dúvida, um caráter teórico. Entretanto, me parece que toda a reflexão só tem significado se ela emerge da prática, pois a reflexão analisa e fundamenta a prática e a prática parece voltar à teoria, como se a refoçasse ou a atualizasse.
Tal olhar crítico me parece fundamental para que caminhemos com mais segurança rumo ao que queremos conseguir em nossas vidas, sejam essas conquistas as que moram fora, como, e principalmente, as que conquistas que devem morar dentro de nós. Esse processo me parece facilitar nosso desembaraço de alguns entraves, descobrindo novas alternativas para melhorar nossas ações.
Eu sei que teoria e prática não são a mesma coisa, mas pensem um pouco e me digam se não são dois elementos indissociáveis de um único processo? Amenos que eu esteja enganado, sem o recurso da teoria, não podemos falar em uma prática coerente e consistente. E é no cotidiano dessas práticas que vamos construindo nossas vidas. Aliás, para construir seja lá o que for, necessitamos averiaguar as bases teóricas que poderão ou não fundamentar o projeto, mesmo que esse seja o projeto de nossas vidas. No dicionário aprendemos que projetar é lanaçar para a diante, obra a realizar, ou intento. Assim, ao organizarmos os projetos de nossas vidas (ou, ao reorganizarmos nossas vidas), planejamos algo que temos intenção de realizar, olhando para adiante, lançando-nos para frente! projetar-se é como se relacionar com o futuro, começar a fazê-lo, inclusive, transformando o presente. Trata-se de uma experiência que vivemos diariamente em nossas vidas, embora, muitas vezes a vivemos ao sabor de qualquer coisa fora de nós, sem ligação direta com o que tanto queremos ou precisamos.>
O presente é o momento único de realização e experiência. Ele traz consigo o passado enquanto memória e vida incorporada e traz o futuro como enquanto vida projetada. Isso tudo ajuda a garantir a significação do processo histórico de nossas vidas, individual ou coletiva. Se o futuro, então, é organizado no momento em que vivemos, nosso desafio está na organização de sua construção. Pensemos então em nossas vidas, para considerar a real situação em que ela se encontra (em alguns momentos eu escrevi sobre isso aqui, como os quatro posts anteriores), confrontando o que temos com o que queremos e precisamos construir nela.
Afnal, quando se projeta algo, tem-se sempre um ideal em mente. Se o que idelaizamos é algo desejável e necessário (e esse sentimento varia de indivíduo para indivíduo), mas que aind anão existe, é necessário justificar o "ainda não"- isso evita que fantasiemos demais nosso futuro, já que o que ainda não é, pode vir a ser. E é na análise do que é já é real em nossas vidas que poderemos determinar as possibilidades de realização de algo ainda ideal. Aliás, o possível é algo qua ainda não se encontra pronto, e muitas vezes ele está escondido dentro do impossível (como escreveu Drummond). Ou seja, construir o possível muitas vezes significa explorar os limites, mas no sentido de reduzí-los, eas alternativas de ação, no sentido ampliá-las.
Por isso, é preciso a reflexão sincera. Para melhor nos projetarmos na vida, devemos considerar criticamente, com calreza, profundidade e abrangência os limites das possibilidades, definindo os princípios norteadores da ação, determinando o que queremos conseguir, estabelecendo caminhos e etapas para as nossas ações e avaliando continuamente o processo e os resultados. Tudo isso deve ainda contar com a esperança, que deve sempre contar com a incerteza (quando tenho ceteza absoluta, não preciso da esperança), e por isso devemos aliar a esperança à ação, ao empenho para a construção de nossas vidas. Por essa esta razão, não devemos nos referir à esperança com a idéia de uma atitude de espera, como nos colocamos em tantas situações.>
Não se trata de esperar por uma vida melhor. Mas de, utilizando os recursos de que já dispomos e outros que vamos adquirindo, planejar melhor e caminhar desde já o esforço na busca de uma direção competente de nossas vidas
Tenho um blog com minha pequena, a Koly, esta que alguns de vocês já sabem que é!
Http://affectuparticula.blogs.sapo.pt

As pedras são, as flores são, as nuvem são. É como se elas tivessem "ser", pois são alguma coisa. Mas não sabem disso. Não se aborrecem, não se alegram, não criticam o chefe ou o vizinho, nem mesmo têm dor de cotovelo. Somente a criatura humana (um Espírito, essencialmente, porém encarnado- desculpem aos que não concordam) existe conscientemente. Tem consciência do próprio ser.
Todos sabemos que somos alguma coisa. Somente nós temos essa condição. Porém, tomar consciência do real e verdadeiro motivo de nossa existência é coisa rara. Em geral temos tempo para consumir, para gostar daquilo que todos gostam, vivendo o que os outros vivem, esquecendo que somos, cada um, um ser que existe individualmente e que deve descobrir-se, autenticar-se.
A vida não é lucro. Viver é como uma expressão de aperfeiçoamento pessoal, ainda que, como nossa participação efetiva, colaboremos para que o coletivo também se aperfeiçoe. Viver é como um dom que nos foi dado e, deverá continuar a ser um dom de nós mesmos. A conformação com um tipo de prazer habitua-nos ao desinteresse, ao imediatismo, e nos distraímos das exigências de nossa abertura em busca da satisfação verdadeira de ordem naturalmente superior à uma busca pura e simples do prazer.
O prazer pode trazer a satisfação de uma necessidade, mas o plano da vida humana não se reduz ao imediatamente necessário. Perseguindo-se o prazer efêmero, experimenta-se- não sejamos hipócritas de negar- alegria toda vez que são alcançados, considerando esses momentos como felicidade inclusive, que, no entanto, não correspondem ao sentido profundo de que ela se reveste; e poucos, além de não experimentarem, parecem nem estar preparados. Penso, logo sou, li num livro de Richard Simonetti anos atrás. É que o pensamento revela a existência do homem a si mesmo. É ele (o pensamento), conduzido pela razão em desenvolvimento voluntário quem começa a nos livrar de nossas amarras..
A interpretação equivocada da vida é o que me parece nos conduzir à buscas irreais, que perdem, inclusive, o significado quando se alteram os fatores que constituem a cada uma de nossas vidas; o que nos é, por um tempo, satisfatório em determinada época da existência, muda completamente em outro período. Vivemos num mundo, e cercados de pessoas (sendo eu uma delas, muitas vezes, inclusive), em que a visão das pessoas está marcada pela busca de resultados imediatos. Viciados por demais em nossos critérios, através dos quais realizamos os nossos juízos de valor, fechamo-nos em nosso mundo particular, defendendo-o com unhas e dentes de quem tentar se aproximar. E muitos são os que existem e podem colaborar em nos ensinar a sentir e viver outras experiências.
É preciso coragem. "Viver é ter coragem de morrer", aprendi num encontro em Franca, aos 18 anos de idade, em 1996. Morrer como ser obrigado a desligar-se de tudo aquilo que nos fixamos nesta vida, que nos acomoda, que nos impede ao novo. Quando buscamos não nos fixar à essas coisas, na medida em que as transformamos, renascemos com nossa própria obra. Sempre!
Tenho um blog com minha pequena, a Koly, esta que alguns de vocês já sabem que é!
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Ouvia ontem a música Quase Sem Querer do Legião Urbana. Fazia tanto tempo que não ouvia. Quando eu era adolescente, pnsava que não existia melhor grupo de música no mundo. Lembrei de algumas situções pessoais.
Sei que o preço que se paga para manter uma máscara é dolorosíssimo. Além disso, é preciso que nos esforcemos em reparar as atitudes desonestas que tivemos perante nós mesmos. Quantas vezes somos capazes de negar certas emoções em nós? Seria saudável ignorármo-nos nestes momentos?
No dizer de Hammed¹, a reparação é o ato de compensar ou ressarcir prejuízos que causamos, não apenas aos outros, mas também a nós mesmos, através de posturas inadequadas. Ou seja, abrir mão de nossos sentimentos em favor de alguém somente para receber aprovação e consideração dos outros fará com que mantenhamos mais firme as máscaras que carregamos.
Viver o direito de sentir nossas emoções é como sermos honestos conosco mesmos. Isso ajuda no processo de auto reconhecimento e descobrimento. Agir de modo contrário pode fazer com que nossa capacidade de sentir corretamente diminua. Daí a questão: como reparar faltas se não entendo meus sentimentos? É a interpretação equivocada da vida que levamos afetivamente nos conduzindo a buscas irreais. É preciso que aceitemos nossas emoções e saibamos conviver bem com elas.>
Uma emoção não é, em si, um ato. Sentir é diferente de agir. Sentir raiva é diferente de ser violento. Sentir afeto é diferente de acariciar. Ou seja, conviver bem com o que sentimos é aprender a discernir qual posição tomaremos diantes das emoções e não censurá-las por sentí-las. Daí a importância de buscar saber conviver com nossas emoções. Nosso comportamento, nossa capacidade de tomar atitudes é que deve controlar nossas emoções, não o contrário- se não me permito sentir, como me manter as emoções sob controle?
Me reprimir não é o caminho para que eu tenha o real entendimento do que e como estou fazendo as coisas em minha vida. É preciso coragem para a disposição em admitir o que sentimos. Mas é preciso sempre analisar nossos comportamentos, de forma frequente e efetiva. . Assim, podemos, com a calma necessária, identificar os atos incorretos que vivenciamos, associando-os aos sentimentos que os originaram e, a partir daí, equilibrá-los. Como nos dizer de Hammed, reparar nossas faltas com nós mesmos e com os outros é a fórmula feliz para evitar o sofrimento.
Decidir ser quem eu sou, e de como quero viver não significa viver infeliz por ainda eu não conseguir ser quem eu gostaria, mas contente se puder perceber que posso mudar para melhor. De minhas atitudes também depende uma vida autêntica e mais feliz. Posso assumir minha individualidade, ou reprimir minhas fantasias, meus talentos, meu eu, tentando ser o que penso que os outros gostariam que eu fosse.
Passamos, ainda, muito tempo olhando os outros com censura, que poda, que fere, sem qualquer consideração para com os desejos, limites e dificuldades de cada um; e sem perceber que, muitas vezes, sou eu mesmo um detentor de dificuldades. Apontar falhas no outro paredce sempre dar uma sensação falsa de que somos melhores que ele, e o engano é grande.
Também não podemos deixar o medo paralisar os planos de melhoria íntima. Deixar tudo como está para ver como é que fica nos impede de buscar e conseguir as mudanças que necessito, considernado que serão precisos muita paciência e trabalho, num bom combate, como se referia Paulo², já que terei do confrontar muitas de minhas emoções já estabelecidas e, por hora, em situação cômoda por vezes.>
O frase de um música da legião Urbana ("mentir para si mesmo é sempre a pior mentira") nos convida a refletir que não devemos mais tentar achar desculpas para todas as nossas insatisfações. Há quem amaldiçoa sua sorte, mas o que temos de aprender é enxergar como grandes oportunidades as trubulações que a vida nos oferece- verdadeiros convites ao exercício de nossas potencialidades positivas, encarando a verdade de que, no fim das contas, será sempre cada um de nós que decidirá o tipo de vida que se quer levar.
É uma benção saber que podemos escolher nossos destino, caminhando em direção à ele e, através de ações concretas e pensadas, caminhar em direção a ele. Pensar que tudo já está escrito nas estrelas não condiz com a idéia que a doutrina espírita (com a qual compactuo) tem sobre a bondade e justiça divinas. Por isso, não devemos ficar presos a um passado que já acabou, onde nada há mais o que fazer; e sim desfrutar ao máximo do que já possuo, multiplicando o esforço para a obtenção de novas conquistas, e não viver num clima de ansiedade e desgosto por não ser ou possuir tudo o que eu gostaria de ser e ter.
É preciso que tomemos atitudes acreditando em nossas próprias forças, espelhando-se em quem já conquistou para ele o que ainda não tenho em mim. Para tanto, a análise de nossos comportamentos é importante para eu estabelecer se o que me falta é mesmo necessário. E se, apesar de necessário, ainda não exixtir ou eu ainda não possuir, preciso justificar o "ainda não", para que eu não caia o risco de lidar com devaneios, fantasias, idéias efêmeras. A escolha é sempre minha. Mas ponderação ao decidir é importante, pois somos cada um de nós que vamos carregar, sozinhos, o peso das escolhas que fizermos.³
1- Hammed é um espírito desencarnado, trabalhando, com psicografia, ao lado de Francisco do Espírito Santo Neto, resultando em livros maravilhosos.
2-Paulo é Paulo de Tarso, um dos percussores do movimento cristão e maior pregador do evangelho do Cristo que se tem notícia. No livro Paulo e Estêvão, Emmanuel, através de Chico xavier, nos conta sua belíssima e inspiradora história.>
3- A última frase do texto foi trasncrita de um texto que li, mas não sei o autor.

A dificuldade em escrever está na frieza das palavras. As palavras, por si só não têm sentimentos, quando isoladas. Precisam ser bem combinadas. Quando escrevo, na maioria das vezes escrevo uma vez somente. Não tenho o hábito de fazer rascunhos e nem de guardar textos para publicar, a não ser quando a necessidade exige. Sento em frente ao computador e escrevo. Me sinto mais sincero e autêntico assim (é um sentimento pessoal, e nada tenho contra os que fazem diferente).
Falar é mais difícil que escrever, porque, numa conversa ao vivo, as possibilidades de nos desnudarmos é muito maior. O brilho nos olhos, os lábios trêmulos, a gagueira da tensão, os trejeitos, os gestos das mãos, o desvio de olhares, etc.; tudo contribui para que sejamos descobertos, ou pelo menos desconfiados, em nossas emoções. E gosto mais de falar e ouvir falar, que escrever ou ler.
Mas escrevo porque gosto. E nem faço isso tão bem assim. E escreverei no blog porque descobri uma forma de trocar impressões e informações- edificantes ou não. Os blogs que visito frequentemente me trazem essas emoções, cada qual em seu estilo- e me entretenho tanto nos escritos alguns ainda, embora eu esteja sem um blog regular há muito tempo.
O post de hoje é uma retomada.
Automaticamente (como qualquer mortal) transfiro estados de alma para aqueles que me lêm. Não é por escrever palavras selecionadas, ou construir frases caprichadas que colherei entendimento. Mesmo que minha gramática seja corretíssima, é preciso que eu me atente nos sentimentos que vou impregnar nela. Como nossa palavras está carregada de nosso próprio espírito ou alma, injetamos nela os nossos sentimentos a todos aqueles que tem contato com o que escrevemos. Pode ser um sentimento de desejo de melhoria, ou de tristeza ou de alegria.
Meus escritos são pequenos traços do que carrego, ou esforço-me por carregar em meu coração. Algumas outras coisas que escrevo podem ser somente o que ainda almejo, mas a identificação com o que penso e sinto se mantém- não é assim com vocês também? Emmanuel diz que cada frase é semente viva. Pelas palavras influenciamos, mesmo que indiretamente.
Proponho que estudemos nossas palavras, cada vez mais, para entendermos sua importância na Vida. O diálogo é como um agente que expõe nosso mundo íntimo. A palavra é como o espelho que nos reflete a personalidade. Carregada de sentimentos, que sejam sempre sinceras e, imbuídas nas boas intenções, possam cada vez mais estreitar nossas relações com as outras pessoas e seus mundos, compartilhando mistérios, belezas e afetos.
Que sejam frutíferos os diálogos estabelecidos aqui.
E que sejamos cumplíces no esforço pela busca de troca de idéias.
Tentarei postar semanalmente.
E, como sempre foi, visitar a todos que me visitam.
E, na medida do possível, responder a todos que pedirem.
E, conforme meu senso, ser o mais impessoal possível.
E, muitos textos serão os já escritos, repaginados!
Em breve.
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